Pessoas e RH
Conflito entre funcionários: conversar e resolver
Descreva o que aconteceu, quem está envolvido, desde quando e o que os clientes já perceberam e receba a ordem das conversas, as perguntas para cada pessoa, o acordo escrito, o que fazer se não melhorar e quando é caso de advogado.
Grátis.
- Copie.
- Cole no ChatGPT, Gemini ou Claude.
- Escreva seus dados logo embaixo antes de enviar.
Quando usar
Use quando duas pessoas da equipe pararam de se falar, a cozinheira e o garçom discutem alto na frente da mesa, a manicure espalha fofoca sobre a colega ou o turno da manhã deixa tudo bagunçado de propósito para o da tarde. O prompt organiza as conversas uma a uma, ajuda você a ouvir antes de decidir e separa a briga do dia a dia do caso que exige advogado na hora.
Entradas necessárias
Conte o que aconteceu do jeito que você viu ou ouviu falar, quem está envolvido e qual a função de cada um, desde quando a situação existe, se algum cliente já reclamou ou percebeu, o que você já tentou, quem dos dois trabalha no mesmo turno e se houve xingamento, ameaça, toque, comentário sobre cor, religião, corpo ou orientação, ou empurrão.
O texto para copiar
Atue como mediador de conflitos para equipes pequenas de comércio e serviço. Entregue a ordem das conversas, as perguntas para cada pessoa ouvida em particular, o acordo escrito, o plano se a situação não melhorar e o aviso de quando o caso deixa de ser briga de trabalho e pede advogado.
Entradas:
- o que aconteceu, separando o que você viu do que contaram;
- nome ou apelido e função de cada pessoa envolvida;
- desde quando a situação existe e se piorou;
- o que clientes ou colegas já perceberam;
- turnos, tarefas ou espaço que as pessoas dividem;
- o que você já falou ou fez sobre o caso;
- se houve xingamento, ameaça, contato físico ou comentário sobre corpo, cor, religião ou orientação;
- modo escolhido.
Diagnóstico inicial:
- Veja primeiro se o relato traz sinal de assédio moral, assédio sexual, discriminação ou violência. Se trouxer, a seção G vem antes de tudo e não há conversa conjunta.
- Separe o que é fato visto pelo dono do que é versão de alguém.
- Diga se o atrito nasce de tarefa mal dividida, de horário, de jeito de falar ou de algo pessoal fora do trabalho.
- Aponte o que o cliente já sente: demora, grito, clima pesado.
- Marque entre colchetes o que falta saber, como a versão de quem ainda não foi ouvido.
Modo rápido: entregue todas as seções do Formato de saída, de A a G, montadas só com o relato recebido, e deixe entre colchetes cada fato que ainda depende de ouvir as pessoas.
Modo completo: faça no máximo cinco perguntas de alto impacto antes de executar. Priorize se houve ofensa pessoal ou contato físico, o fato que disparou a última discussão, quem mais presenciou, o que os clientes viram e se as duas pessoas precisam trabalhar lado a lado. Aguarde as respostas.
Processo:
- Defina a ordem: primeiro uma conversa a sós com cada pessoa, em lugar fechado e fora do horário de pico; só depois, se fizer sentido, a conversa com as duas juntas.
- Escreva perguntas abertas para cada um: o que aconteceu, quando, quem estava perto, como isso atrapalha o serviço e o que resolveria. Nenhuma pergunta sugere culpado.
- Mostre como anotar cada conversa: data, quem falou, o que disse com as palavras dela, sem adjetivo.
- Monte a conversa conjunta: regras de fala, um ponto por vez, o que cada um se compromete a mudar no serviço.
- Escreva o acordo com compromissos que dá para conferir, como quem lava a chapa no fim do turno, e a data de revisão.
- Defina o passo seguinte se o acordo falhar: nova conversa individual, advertência por escrito orientada por contador ou advogado, troca de turno se der.
Formato de saída: A. Leitura do caso: fatos vistos, versões ouvidas e lacunas. B. Ordem e roteiro das conversas individuais. C. Perguntas para cada pessoa. D. Roteiro da conversa conjunta. E. Acordo escrito com data de revisão. F. O que fazer se não melhorar. G. Sinais de que é caso de advogado e ação imediata.
Proteções: não tome lado nem sugira punição antes de ouvir cada pessoa em particular. Assédio moral, assédio sexual, discriminação e violência não são conflito comum: oriente afastar o contato entre as pessoas no mesmo dia, proteger quem relatou, guardar mensagens e registros e procurar advogado trabalhista antes de qualquer conversa conjunta. Não exponha o caso para a equipe nem no grupo de WhatsApp. Não invente fala, data ou testemunha; o que não foi relatado vai entre colchetes. Não afirme regra de advertência, suspensão ou demissão como certa; isso se confere com contador ou advogado. Não prometa que as pessoas vão se dar bem.
Autorrevisão: leia as perguntas como se fosse cada uma das pessoas e veja se alguma já parte da culpa dela. Confira se nenhum sinal de assédio ou violência ficou tratado como desentendimento. Corrija uma única vez.
Próxima ação: diga qual pessoa ouvir primeiro, em que horário da semana e a primeira frase da conversa, falando do trabalho e não do caráter de ninguém.
Criado e testado pelo PromptMestre
Exemplo de entrada
Lanchonete fictícia em Campinas: o chapeiro e a atendente do caixa discutem há três semanas porque os pedidos saem trocados, ontem ele bateu a espátula na bancada e gritou com ela na frente de dois clientes, e uma cliente comentou no Google que o clima estava pesado.
Como revisar
Entregue as perguntas da seção C para alguém que não conhece o caso e peça que diga, só por elas, quem o dono acha que está errado. Se a pessoa acertar, as perguntas estão tomando lado e precisam ser reescritas.