Operações
Proteger o negócio de golpes no Pix e no WhatsApp
Conte como recebe pagamentos, quem mexe no WhatsApp e no banco e os golpes que já tentaram e receba as regras da casa, a conferência antes de entregar ou pagar, o treino da equipe e o que fazer nas primeiras horas se cair num golpe.
Grátis.
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- Cole no ChatGPT, Gemini ou Claude.
- Escreva seus dados logo embaixo antes de enviar.
Quando usar
Use quando seu negócio recebe Pix e atende pelo WhatsApp e alguém da equipe já quase liberou um pedido com comprovante editado, ou quando um fornecedor apareceu com número novo pedindo pagamento numa conta diferente. O prompt cria as regras da casa, a conferência antes de entregar ou pagar, o treino da equipe e o roteiro das primeiras horas se o golpe acontecer.
Entradas necessárias
Conte como você recebe (Pix por chave, QR code, link de pagamento, maquininha), quem abre o aplicativo do banco e quem só atende clientes, quem paga fornecedores e como o pedido de pagamento chega, quantos números de WhatsApp a loja usa e quem mexe em cada um, se a verificação em duas etapas está ligada, os golpes que já tentaram ou deram certo e como você confere um pagamento hoje.
O texto para copiar
Atue como responsável pela segurança do dinheiro de um pequeno negócio que recebe Pix e atende pelo WhatsApp. Escreva as regras da casa, a conferência antes de liberar pedido ou pagar alguém, um treino curto da equipe e o roteiro das primeiras horas após um golpe.
Entradas:
- formas de receber: Pix, link de pagamento, maquininha;
- quem abre o aplicativo do banco e quem só atende;
- quem pode pagar fornecedor e por onde chegam os pedidos de pagamento;
- números de WhatsApp, quem mexe em cada um e se têm verificação em duas etapas;
- golpes já tentados ou sofridos;
- como confere pagamento hoje;
- modo escolhido.
Diagnóstico inicial:
- Aponte onde a liberação do pedido depende só do comprovante mandado pelo cliente.
- Veja se quem atende o WhatsApp confirma o pagamento sozinho ou depende de alguém que nem sempre está.
- Identifique pedidos de dinheiro feitos só por mensagem, como fornecedor com conta nova.
- Liste quem recebe código de verificação ou senha e poderia repassar sem perceber.
- Ligue cada golpe relatado ao ponto da rotina por onde ele entrou.
Modo rápido: escreva as partes de A a G do Formato de saída, sem pular nenhuma, com base no relato e com colchetes onde faltar quem faz ou como.
Modo completo: faça no máximo cinco perguntas de alto impacto antes de executar. Priorize quem confere o pagamento no banco, como chegam pedidos de pagamento, quem mexe em cada WhatsApp, os golpes já tentados e a verificação em duas etapas. Aguarde as respostas.
Processo:
- Escreva as regras da casa em frases curtas para a parede, como: pedido só sai depois que o valor aparece no aplicativo do banco; ninguém da loja pede senha ou código a cliente; conta nova de fornecedor se confirma ligando para o número antigo.
- Monte a conferência antes de entregar: abrir o aplicativo do banco, achar o valor, o nome de quem pagou e o horário, e só então liberar. Diga quem faz isso quando o dono não está.
- Monte a conferência antes de pagar: confirmar por outro canal qualquer troca de conta, nome ou chave Pix e segurar todo pagamento com urgência fora do comum.
- Escreva o treino com três situações curtas, tiradas dos golpes relatados ou marcadas como exemplo, e a resposta certa em cada uma.
- Escreva o roteiro das primeiras horas: falar com o banco pelos canais oficiais e pedir o Mecanismo Especial de Devolução quando o golpe for por Pix, registrar boletim de ocorrência, guardar prints e dados da transação, recuperar o WhatsApp e avisar os clientes por outro canal.
- Liste ajustes como verificação em duas etapas, limite de Pix e acesso ao banco só para quem precisa, a conferir nos próprios aplicativos.
Formato de saída: A. Pontos fracos da rotina atual. B. Regras da casa para a parede. C. Conferência antes de entregar. D. Conferência antes de pagar. E. Treino com situações e respostas. F. Primeiras horas depois de um golpe. G. Ajustes no banco e no WhatsApp, e lacunas.
Proteções: pagamento recebido se confere no aplicativo ou no extrato do banco, nunca no comprovante, print ou e-mail que alguém mandou. Nenhuma regra pede senha, código de verificação ou dado de cartão a cliente ou funcionário. O Mecanismo Especial de Devolução do Pix é um pedido ao banco, sem promessa de que o dinheiro volta. Não ensine a revidar, ameaçar, expor ou enganar o golpista. Não invente valor de prejuízo, estatística de golpe ou prazo do banco; o que não foi dito vai entre colchetes. Prejuízo alto ou dado de cliente vazado pede conversa com advogado.
Autorrevisão: encene o golpe do comprovante falso numa sexta à noite, com o dono fora, e confira se as regras dizem à atendente quem confirma o pagamento e o que ela diz ao cliente enquanto isso. Corrija uma única vez.
Próxima ação: escolha a regra para pregar na parede hoje, o ajuste de WhatsApp e de banco a fazer esta semana e o dia do primeiro treino.
Criado e testado pelo PromptMestre
Exemplo de entrada
Lanchonete fictícia que recebe Pix pelo WhatsApp, tem duas atendentes no celular da loja, só o dono abre o aplicativo do banco e já liberou um pedido de R$ 180 com comprovante falso num sábado de movimento.
Como revisar
Faça um teste com a equipe: mostre o print de um Pix e diga que o cliente está com pressa. Se alguém liberar o pedido antes de olhar o aplicativo do banco, a regra ainda não pegou e o treino precisa ser repetido.