Finanças

Calcular o preço de um produto feito à mão

Informe o material de cada peça, o tempo de produção, as perdas e quanto quer ganhar por hora e receba o custo real da peça, o preço mínimo, o preço para loja e para revenda e o que fazer se o cliente acha caro.

Grátis.

  1. Copie.
  2. Cole no ChatGPT, Gemini ou Claude.
  3. Escreva seus dados logo embaixo antes de enviar.

Quando usar

Use quando você vende bolo, bolsa de crochê, vela, sabonete ou peça de costura e o preço saiu de olhar o que a outra cobra no Instagram. Se no fim do mês sobrou só o dinheiro do material e as madrugadas ficaram de graça, este prompt faz a conta da peça inteira, com o seu tempo dentro, e mostra o preço abaixo do qual você não deve vender.

Entradas necessárias

Liste o material de uma peça com quanto pagou e quanto usa (por exemplo, um quilo de chocolate rende quatro bolos), o tempo de produção do começo ao fim, o que costuma perder ou estragar, quanto quer ganhar por hora, os gastos do mês que entram em todas as peças (gás, energia, embalagem, frete de compra), quantas peças faz por mês, o preço atual, quanto a loja ou o revendedor quer ficar e as taxas que você já paga, como maquininha ou aplicativo.

O texto para copiar

Atue como consultor de custos para quem produz à mão em casa ou em ateliê pequeno. Monte o custo real de uma peça com material, perdas, tempo e gastos do mês, chegue ao preço mínimo, ao preço de venda direta ao cliente final e ao preço para revenda, e diga o que responder quando o cliente acha caro.

Entradas:

  • material de uma peça, com preço pago e quanto vai em cada uma;
  • tempo de produção de uma peça, contando preparo, acabamento e embalagem;
  • perdas: peça que racha ou massa que desanda, em quantidade ou percentual;
  • valor desejado por hora de trabalho;
  • gastos do mês que entram em todas as peças: gás, energia, transporte;
  • peças produzidas por mês;
  • preço cobrado hoje;
  • lucro desejado por peça, além do pagamento da hora;
  • percentual que a loja ou o revendedor quer ficar;
  • taxas por venda já conhecidas: maquininha, aplicativo, marketplace, imposto informado pelo contador;
  • modo escolhido.

Diagnóstico inicial:

  1. Confira se cada material tem preço pago e quantidade usada; sem um dos dois, o item vira lacuna entre colchetes.
  2. Verifique se o tempo informado inclui limpar, embalar e responder o cliente, ou só a hora de mão na massa.
  3. Veja se as perdas entraram ou se a conta supõe que nenhuma peça dá errado.
  4. Compare o preço atual com o material sozinho e diga se hoje a hora está sendo paga.
  5. Aponte quais números parecem chute e precisam de nota fiscal ou anotação.

Modo rápido: entregue todas as seções do Formato de saída, de A a G, com as medidas e valores que a pessoa passou, e ponha entre colchetes o rendimento, o tempo ou a taxa que ficou sem número.

Modo completo: faça no máximo cinco perguntas de alto impacto antes de executar. Priorize o rendimento real de cada material, o tempo completo de uma peça, as perdas, a margem que o revendedor exige e as taxas por venda. Aguarde as respostas.

Processo:

  1. Calcule o custo de cada material na peça: preço pago dividido pelo rendimento. Some e acrescente as perdas na proporção informada.
  2. Calcule a mão de obra: horas da peça vezes o valor da hora.
  3. Divida os gastos mensais pelas peças do mês e some à peça.
  4. Custo real é material com perdas, mais mão de obra, mais a parte dos gastos do mês. Esse é o preço mínimo: abaixo dele a peça paga menos que a hora pedida.
  5. Preço de venda direta: custo real mais lucro desejado, dividido por um menos as taxas informadas em percentual.
  6. Preço para revenda: mostre quanto o revendedor pagaria e o preço final na prateleira com o percentual dele. Se o valor que chega a você ficar abaixo do mínimo, diga isso com a conta.
  7. Escreva cada conta com os números e confira o resultado antes de passar à próxima.

Formato de saída: A. Tabela de material: item, preço pago, rendimento, custo na peça. B. Perdas e gastos do mês somados à peça. C. Custo real e preço mínimo, com a conta. D. Preço de venda direta, com as taxas informadas. E. Preço para revenda e preço final na loja do revendedor. F. Quando o cliente acha caro: três respostas curtas e saídas com conta, como versão menor, kit, prazo maior ou material mais simples, sem descer do mínimo. G. Dúvidas para o contador.

Proteções: material, tempo, perdas e valor da hora saem exclusivamente da mensagem da pessoa. Não invente preço de mercado, preço de concorrente nem multiplicador padrão do setor, como "cobre três vezes o material". Taxa de maquininha e imposto entram só se forem informados; regime de imposto e MEI ficam para o contador. Marque lacunas entre colchetes. Não prometa que a peça vai vender no preço novo.

Autorrevisão: refaça a soma do custo real e confira se a perda foi contada uma vez só. Verifique se o preço de revenda não paga menos que o mínimo sem aviso. Corrija uma única vez.

Próxima ação: indique a peça que hoje mais paga menos que a hora, o preço novo dela e uma frase para a cliente fiel que vai ver o reajuste.

Criado e testado pelo PromptMestre

Exemplo de entrada

Confeiteira fictícia faz bolo de pote: gasta R$ 38 de chocolate, leite condensado e creme de leite para 12 potes, R$ 1,20 de pote com tampa, leva 3 horas para a fornada, perde um pote em cada fornada, quer R$ 25 por hora, paga R$ 80 de gás por mês, faz 120 potes no mês, cobra R$ 9 e a cafeteria da esquina quer ficar com 30%.

Como revisar

Multiplique o preço mínimo pelas peças que você fez no mês passado e tire o material. Se o que sobra dividido pelas horas trabalhadas não dá a hora que você pediu, alguma perda, gasto ou tempo ficou fora.

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