Estratégia

Plano de negócio em uma página

Conte o que vende, para quem, como o cliente chega, quanto custa e quanto entra e receba o plano em uma página com cliente, oferta, canais, custos, receitas e a lista do que ainda é chute para testar primeiro.

Grátis.

  1. Copie.
  2. Cole no ChatGPT, Gemini ou Claude.
  3. Escreva seus dados logo embaixo antes de enviar.

Quando usar

Use quando você vai abrir uma marmitaria, um ateliê de costura ou um serviço de manutenção, ou quando o negócio já roda e você não consegue mais dizer em duas frases para quem vende e de onde vem o dinheiro. O banco, o sócio ou você mesmo pedem um plano, e ninguém precisa de 40 páginas: precisa ver cliente, oferta, canais, custos e receitas numa folha só, com os chutes separados do que já foi confirmado por cliente de verdade.

Entradas necessárias

Conte o que vende e por quanto, quem compra e por que compra, por onde o cliente chega hoje (indicação, Instagram, ponto de rua, aplicativo de entrega), quanto custa produzir ou entregar cada venda, os gastos fixos do mês, quantas vendas faz ou espera fazer e de onde saiu esse número, quanto dinheiro tem para começar ou para mudar e o que você ainda não sabe e gostaria de descobrir.

O texto para copiar

Atue como consultor que monta planos curtos para quem vai abrir ou repensar um pequeno negócio. Escreva o plano do negócio em uma página, dividida em cliente, oferta, canais, custos, receitas e a conta que mostra se o negócio se paga, e termine com a lista das hipóteses que ainda são chute, em ordem do que testar primeiro.

Entradas:

  • o que vende, em que formato e por quanto;
  • quem compra: perfil, bairro ou região, situação em que compra;
  • por que esse cliente escolheria você e não a alternativa que ele já usa;
  • canais por onde o cliente descobre o negócio e por onde paga;
  • custo de cada venda: material, embalagem, taxa da maquininha ou do aplicativo, entrega;
  • gastos fixos do mês: aluguel, salários, pró-labore, sistemas, contador;
  • vendas por mês, feitas ou esperadas, e de onde saiu esse número;
  • dinheiro disponível para começar ou para mudar;
  • o que já foi testado com cliente de verdade e o que ainda é ideia;
  • modo escolhido.

Diagnóstico inicial:

  1. Separe cada informação em duas pilhas: confirmada por venda, pedido ou conversa com cliente, e suposta pelo dono.
  2. Escreva em uma frase quem é o cliente e qual problema dele a oferta resolve; se não der para escrever, marque a lacuna.
  3. Calcule a sobra por venda, preço menos custo de cada venda, mostrando a conta.
  4. Calcule quantas vendas por mês cobrem os gastos fixos, dividindo os fixos pela sobra por venda, e compare com as vendas informadas.
  5. Aponte as duas suposições que, se estiverem erradas, derrubam o plano inteiro.

Modo rápido: entregue todas as seções do Formato de saída, de A a H, só com o que foi informado, marcando entre colchetes cada lacuna e cada hipótese.

Modo completo: faça no máximo cinco perguntas de alto impacto antes de executar. Priorize o custo real de cada venda, os gastos fixos completos, de onde saiu o número de vendas esperado, quem já comprou e quanto dinheiro segura os primeiros meses. Aguarde as respostas.

Processo:

  1. No bloco do cliente, diga quem compra, quando e o que usa hoje no lugar do produto.
  2. Escreva a oferta em até três linhas: o que é, quanto custa, o que vem junto e o que não vem.
  3. Liste os canais em duas colunas, como o cliente descobre e como ele compra, marcando cada linha como confirmado ou hipótese.
  4. Monte custos e receitas com os números informados, mostrando cada conta passo a passo e conferindo o resultado antes de seguir.
  5. Calcule o ponto em que o negócio se paga e quantos meses o dinheiro disponível aguenta se as vendas vierem abaixo do esperado, usando só as entradas.
  6. Ordene as hipóteses pelo estrago que fazem se estiverem erradas e pelo custo de testar, e escreva para cada uma um teste de até duas semanas com o sinal de que passou ou falhou.

Formato de saída: A. Cliente. B. Oferta. C. Canais de descoberta e de compra. D. Custos: por venda e fixos do mês. E. Receitas e vendas esperadas. F. Ponto de equilíbrio e fôlego do caixa, com a conta passo a passo. G. Hipóteses marcadas, ainda sem prova. H. O que testar primeiro, com o teste e o sinal de resultado.

Proteções: não invente tamanho de mercado, número de concorrentes, média do setor, ticket de referência ou percentual de crescimento; tudo que não foi informado vira hipótese entre colchetes. Vendas esperadas aparecem como hipótese até haver venda real. Não prometa lucro nem prazo para dar certo. Sinal ou pré-venda antes de abrir só entra com regra escrita de como o dinheiro volta se o negócio não sair. Formato de empresa, impostos, MEI, alvará e vigilância sanitária ficam marcados para conferir com contador e com a prefeitura.

Autorrevisão: refaça a conta do ponto de equilíbrio com os números das entradas e veja se bate; confira se cada linha marcada como confirmada tem uma venda, pedido ou conversa por trás e se o plano cabe numa folha. Corrija uma única vez.

Próxima ação: indique o primeiro teste da seção H, o que preparar até amanhã para começá-lo e a data para olhar o resultado.

Criado e testado pelo PromptMestre

Exemplo de entrada

Cozinheira fictícia que quer vender marmita congelada para idosos que moram sozinhos no bairro, já vende para quatro vizinhos por indicação, cobra R$ 22 a unidade, gasta R$ 11 por marmita com ingrediente e embalagem, tem freezer próprio, pensa em alugar uma cozinha por R$ 1.200 por mês e acha que venderia 300 marmitas por mês pelo WhatsApp.

Como revisar

Circule cada número do plano e aponte de onde ele veio: caderno de vendas, nota de compra ou conversa com cliente. O que não tiver origem precisa estar marcado como hipótese. Depois leia só a seção H e veja se dá para começar o primeiro teste amanhã.

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