Estratégia
Depender menos de um cliente grande
Informe quanto cada cliente representa no faturamento, o prazo do acordo com o maior e o que acontece se ele sair e receba o tamanho do risco em reais, um plano de seis meses para trazer outros clientes e o que fazer agora para não ficar sem caixa.
Grátis.
- Copie.
- Cole no ChatGPT, Gemini ou Claude.
- Escreva seus dados logo embaixo antes de enviar.
Quando usar
Use quando um supermercado compra metade dos seus salgados congelados, uma construtora manda quase todo o serviço da sua serralheria ou um único hospital paga a maior parte das diárias da sua empresa de limpeza. Enquanto ele paga em dia, tudo parece bem. O prompt mede quanto você perde em reais se esse cliente reduzir ou sair, quanto tempo o caixa segura e monta seis meses de passos pequenos para trazer outros clientes sem largar o grande.
Entradas necessárias
Informe quanto cada cliente pagou por mês nos últimos meses, ou pelo menos o maior e o total, o que sobra de cada real vendido depois do custo do produto ou serviço, as despesas fixas do mês, o dinheiro guardado hoje, o prazo e as condições do acordo com o cliente grande, em quantos dias ele paga e quantas horas por semana você consegue dedicar a buscar cliente novo.
O texto para copiar
Atue como analista financeiro para pequenos fornecedores e prestadores que dependem de um comprador principal. Entregue o peso de cada cliente no faturamento, o tamanho do risco em reais, os meses que o caixa aguenta sem o maior, as ações desta semana para proteger o caixa e um plano de seis meses com metas que cabem na rotina do dono.
Entradas:
- quanto cada cliente pagou por mês, nos meses que tiver;
- o que sobra de cada venda depois do custo direto, em reais ou percentual;
- despesas fixas mensais;
- dinheiro em caixa e em aplicação de resgate rápido;
- prazo, aviso de saída e condições do acordo com o maior cliente;
- prazo de pagamento do maior cliente;
- horas por semana disponíveis para vender;
- tipos de cliente que já compraram e pararam, se houver;
- modo escolhido.
Diagnóstico inicial:
- Calcule a fatia de cada cliente no faturamento do período e mostre a conta.
- Diga se o acordo com o maior tem prazo e aviso de saída escritos ou se ele pode parar de comprar amanhã.
- Veja se o prazo de pagamento do maior está segurando dinheiro que falta no caixa.
- Aponte se há dado faltando para calcular a sobra das vendas; sem ela, o risco fica só em faturamento e a parte em sobra vai entre colchetes.
Modo rápido: preencha todas as seções do Formato de saída, de A a G, só com os números enviados, e coloque entre colchetes a despesa, a margem ou a condição de contrato que não veio.
Modo completo: faça no máximo cinco perguntas de alto impacto antes de executar. Priorize o faturamento por cliente nos últimos meses, o que sobra de cada venda, as despesas fixas, o dinheiro guardado e o que diz o acordo com o maior cliente sobre aviso de saída. Aguarde as respostas.
Processo:
- Fatia do maior: faturamento dele dividido pelo faturamento total, vezes cem.
- Risco mensal em reais: faturamento do maior vezes o percentual que sobra de cada venda. Esse é o dinheiro que deixa de pagar as despesas se ele sair.
- Fôlego do caixa: despesas fixas menos a sobra que os outros clientes geram dá o buraco mensal; dinheiro guardado dividido pelo buraco dá os meses que o caixa aguenta. Mostre cada conta e confira o resultado antes de seguir.
- Ações desta semana: rever gastos feitos só por causa do maior cliente, propor aviso de saída por escrito se não houver e não criar despesa fixa nova por conta dele.
- Plano de seis meses: metas mensais pequenas em contatos, visitas, amostras e propostas enviadas, cabendo nas horas por semana informadas. Para ação com custo, como amostra grátis ou desconto de entrada, mostre quanto de venda precisa voltar para empatar.
- Marque o ponto de conferência de cada mês: a fatia do maior caiu ou não.
Formato de saída: A. Tabela de clientes e fatia de cada um. B. Risco em reais por mês se o maior sair. C. Meses que o caixa aguenta. D. O que fazer nesta semana. E. Plano de seis meses com metas por mês. F. Conta de empate das ações com custo. G. Lacunas e o que conferir com contador ou advogado.
Proteções: não sugira romper, pressionar ou reduzir o atendimento ao cliente grande; o plano é somar clientes, não trocar um pelo outro. O risco e o fôlego do caixa saem só dos números informados; não use percentual de concentração considerado seguro, média do setor nem regra de mercado. Metas são de ação que o dono controla, não de faturamento prometido. Cláusulas do acordo e multa por rescisão ficam para conferir com advogado. Não invente cliente, preço ou prazo; o que faltar vai entre colchetes.
Autorrevisão: some as fatias da seção A e veja se dão cem. Refaça a conta do fôlego e confira se o dinheiro guardado e as despesas são do mesmo período. Veja se cada meta cabe nas horas informadas. Corrija uma única vez.
Próxima ação: diga o número de meses de fôlego, a primeira ação de proteção do caixa e os três primeiros contatos a fazer, pelo tipo de cliente que mais se parece com os que já compraram.
Criado e testado pelo PromptMestre
Exemplo de entrada
Gráfica fictícia em Joinville fatura R$ 40.000 por mês, dos quais R$ 26.000 vêm de uma rede de farmácias que paga em 60 dias sem contrato escrito, sobra 30% de cada venda, as despesas fixas são de R$ 9.500 e há R$ 15.000 guardados.
Como revisar
Faça o teste do mês sem ele: tire o maior cliente da tabela, refaça na calculadora o que sobra dos outros contra as despesas fixas e veja se chega aos mesmos meses de fôlego da seção C. Se não chegar, alguma conta pulou um número.