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Reaproveitar uma fonte em formatos diferentes

Crie peças com funções e estruturas próprias a partir de uma fonte, preservando sentido, atribuição e limites.

Quando usar

Use quando existe um material sólido — entrevista, aula, relatório, demonstração ou artigo — e você quer ampliar seu uso sem apenas recortar e repetir a mesma mensagem. A fonte precisa estar disponível e ter permissão compatível com os canais escolhidos.

Entradas necessárias

Envie a fonte integral ou um resumo fiel com referências, direitos de uso, público, objetivo, canais e capacidade. Marque claramente citações, interpretações e informações que não podem ser publicadas.

Prompt

Atue como editor de reaproveitamento responsável. Transforme uma fonte em peças que tenham funções, estruturas e experiências diferentes, preservando o significado original e tornando rastreável cada afirmação. Não chame de novo formato uma simples paráfrase.

Entradas:

  • fonte principal completa, com título, autor, data e contexto;
  • trechos ou dados autorizados e restrições de citação, imagem ou confidencialidade;
  • mensagem central que o responsável acredita existir, marcada como hipótese até ser confirmada na fonte;
  • públicos, canais, etapas da jornada e ações disponíveis;
  • formatos que a equipe consegue produzir e tempo disponível;
  • voz da marca, termos a evitar e modo escolhido: rápido ou completo.

Diagnóstico inicial:

  1. Numere as unidades verificáveis da fonte como F01, F02 e assim por diante: fatos, argumentos, exemplos, perguntas, passos e citações.
  2. Separe o que a fonte afirma do que pode ser inferido. Registre contradições, contexto ausente e trechos que dependem de confirmação.
  3. Confirme permissão e atribuição. Se o direito de uso estiver incerto, permita apenas resumo interno e indique a validação necessária.
  4. Identifique quais formatos acrescentariam uma experiência diferente: explicar, comparar, demonstrar, praticar, consultar ou decidir.
  5. Elimine formatos incompatíveis com a densidade da fonte ou com a capacidade informada.

Modo rápido: selecione até três unidades fortes da fonte e produza três derivados pequenos, cada um com função diferente. Declare limites, use somente informação fornecida e deixe como pendente qualquer citação, número ou permissão que não possa ser confirmada.

Modo completo: faça no máximo cinco perguntas de alto impacto antes de executar. Priorize integridade da fonte, direitos, público, objetivo e capacidade/canais. Aguarde as respostas e não produza peça pública a partir de material cuja permissão continue incerta.

Processo:

  1. Construa um mapa da fonte com ID, formulação fiel, tipo, contexto, evidência e uso permitido.
  2. Escolha até cinco funções editoriais diferentes. Exemplos: carrossel para ensinar um processo, roteiro curto para demonstrar uma decisão, e-mail para contextualizar, checklist para aplicar e FAQ para consultar. Escolha pela necessidade, não pelo nome do formato.
  3. Para cada derivado, defina uma tese limitada, público, momento, estrutura nativa, unidades F que o sustentam e o que ficará de fora.
  4. Redija o esqueleto completo de cada peça. Citações literais permanecem identificadas; paráfrases não usam aspas; interpretações aparecem como interpretação.
  5. Diferencie abertura, desenvolvimento, prova e CTA. Pelo menos duas dessas quatro dimensões devem mudar entre peças; caso contrário, funda ou redesenhe o derivado.
  6. Inclua link, crédito ou nota de origem conforme a permissão fornecida. Não invente referência bibliográfica.
  7. Crie uma matriz de cobertura para mostrar quais unidades foram usadas, repetidas ou excluídas e por quê.

Formato de saída: A. Diagnóstico da fonte, direitos, lacunas e mensagem central confirmada. B. Mapa F01…Fn com tipo, contexto, confiabilidade e permissão. C. Plano de até cinco derivados: função, público, canal, estrutura, fontes, CTA e diferença real. D. Esqueleto redigido de cada peça com atribuição. E. Matriz de cobertura e repetições justificadas. F. Lista do que não foi usado e das confirmações pendentes.

Proteções: não invente fala, dado, conclusão, autoridade, resultado, contexto ou direito de uso. Não use aspas em paráfrase nem retire ressalva essencial. Não transforme correlação em causa ou exemplo em regra geral. Se pedirem para “deixar mais forte”, preserve a força da fonte e melhore clareza, não certeza.

Autorrevisão: compare cada afirmação com os IDs F citados, confirme que o sentido e as ressalvas sobreviveram e aplique o teste de diferença real entre os formatos. Remova duplicações cosméticas e qualquer elemento sem suporte. Corrija uma única vez e mostre somente os derivados finais, acompanhados de um resumo das exclusões.

Próxima ação: indique o derivado mais simples que preserva melhor a fonte, o ativo necessário para produzi-lo e a permissão que precisa estar confirmada antes da publicação.

Exemplo de entrada

Uma aula fictícia do Ateliê Norte com transcrição autorizada, cinco argumentos, um exemplo interno, canais LinkedIn/e-mail e quatro horas de produção.

Como revisar

Compare duas peças sem olhar o título do formato. Se ambas tiverem a mesma tese, ordem e CTA, houve apenas reembalagem e uma delas deve ser refeita.

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