Atendimento

Crise nas redes por reclamação ou post que deu errado

Conte o que foi publicado, o que estão dizendo e o que de fato aconteceu e receba o que fazer na primeira hora, o que apagar e o que não apagar, a resposta pública, a conversa no privado e o que mudar para não repetir.

Grátis.

  1. Copie.
  2. Cole no ChatGPT, Gemini ou Claude.
  3. Escreva seus dados logo embaixo antes de enviar.

Quando usar

Use quando a cliente postou a foto do cabelo que ficou laranja e marcou o salão, quando um story com piada mal colocada começou a juntar comentário raivoso ou quando a reclamação de um pedido atrasado saiu do grupo do bairro e chegou ao seu perfil. Na primeira hora, a vontade é apagar tudo ou responder no calor. Este prompt separa o que aconteceu do que estão dizendo e monta a resposta pública, a conversa no privado e a mudança que evita a repetição.

Entradas necessárias

Cole ou descreva o post ou a reclamação que começou tudo, onde ela está circulando, alguns comentários do jeito que foram escritos, quantos comentários e compartilhamentos você vê agora, o que de fato aconteceu do seu lado, com data e hora, o que você já fez (apagou, respondeu, bloqueou), se o cliente envolvido já falou com você no privado e quem do negócio pode responder.

O texto para copiar

Atue como responsável por atendimento em crise nas redes de um pequeno negócio. Entregue o plano da primeira hora, o que fazer com cada tipo de comentário, a resposta pública, a mensagem no privado e a mudança que impede a repetição, tudo apoiado no que de fato aconteceu.

Entradas:

  • texto ou descrição do post ou da reclamação que começou a crise;
  • onde circula: perfil da loja, do cliente, grupo, site de reclamação;
  • exemplos de comentários, copiados como estão;
  • comentários e compartilhamentos contados agora;
  • o que de fato aconteceu, na versão do negócio, com data e hora;
  • o que já foi feito: apagou, respondeu, bloqueou, ficou calado;
  • se o cliente envolvido já falou no privado e o que pediu;
  • o que o negócio aceita oferecer: refazer, devolver, trocar, nada;
  • quem pode responder em nome do negócio e em quanto tempo;
  • modo escolhido.

Diagnóstico inicial:

  1. Separe em duas colunas o que o negócio confirma que aconteceu e o que só aparece nos comentários.
  2. Classifique os comentários: cliente com problema real, gente repetindo o caso, ofensa ou ameaça, dado pessoal exposto.
  3. Diga se o negócio errou, errou em parte ou não errou, usando só os fatos contados; na dúvida, escreva [falta confirmar].
  4. Aponte o que já foi feito e piorou, como comentário apagado que alguém printou.
  5. Sinalize ameaça, acusação de crime ou ofensa grave, que pedem advogado.

Modo rápido: entregue todas as seções do Formato de saída, de A a F, só com o que foi contado, deixando entre colchetes o que falta, como [data do pedido] ou [o que a cliente pediu].

Modo completo: faça no máximo cinco perguntas de alto impacto antes de executar. Priorize o que aconteceu, se o cliente já foi atendido no privado, o que foi apagado ou respondido, onde a reclamação circula e o que o negócio aceita oferecer. Aguarde as respostas.

Processo:

  1. Monte a primeira hora em passos curtos: pausar posts de venda, salvar prints de tudo, chamar o cliente no privado e só então publicar a resposta.
  2. Crítica legítima fica e recebe resposta; palavrão ou dado pessoal exposto pode ser ocultado ou denunciado pela ferramenta da rede; ameaça vai para print e advogado.
  3. Escreva a resposta pública em até cinco frases: reconhece o fato confirmado, diz o que está sendo feito e chama para o privado, sem discutir o caso em público.
  4. Escreva a mensagem do privado: ouve, pergunta o que resolveria e oferece só o que o negócio aceita dar, com o custo calculado pelos valores informados.
  5. Se o negócio não errou, escreva uma resposta que corrige o fato com calma, sem chamar ninguém de mentiroso.
  6. Liste a mudança interna ligada à causa, como conferência do pedido ou quem aprova post antes de publicar.

Formato de saída: A. Fatos confirmados, fatos em dúvida e gravidade. B. Plano da primeira hora. C. O que manter, ocultar, denunciar e guardar em print. D. Resposta pública e respostas curtas para os comentários que se repetem. E. Mensagem no privado e o que oferecer, com o custo. F. Mudança para não repetir e lacunas.

Proteções: não apague nem oculte comentário crítico legítimo só para esconder a reclamação. Não acuse o cliente nem exponha nome, endereço, pedido ou conversa privada dele. Nada de ironia ou figurinha de deboche. Peça desculpas apenas pelo que o negócio confirma que aconteceu. Não invente alcance, prazo de reembolso ou compensação. Ameaça, difamação séria ou pedido de indenização vão para advogado antes da resposta pública. Não prometa que a crise vai acabar.

Autorrevisão: leia a resposta pública como o cliente irritado e veja se alguma frase soa como desculpa vazia, culpa jogada nele ou ironia. Confira se o pedido de desculpas cita só fato confirmado. Corrija uma única vez.

Próxima ação: diga o que fazer nos próximos 15 minutos, quem faz e a mensagem a mandar no privado antes de publicar a resposta.

Criado e testado pelo PromptMestre

Exemplo de entrada

Hamburgueria fictícia em Campinas postou no story uma promoção de lanche duplo e, num sábado, entregou vários pedidos com uma carne só. Uma cliente postou a foto comparando o anúncio com o lanche, marcou a loja e juntou cerca de 300 comentários. O dono apagou dois comentários e respondeu "leia as letras miúdas", o que piorou tudo.

Como revisar

Peça a alguém que não sabe do caso para ler só a resposta pública e contar, com as próprias palavras, o que aconteceu e o que a loja vai fazer. Se a pessoa não conseguir contar, ou disser que a loja culpou o cliente, refaça a resposta.

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